fevereiro 9, 2010

Consumidor fica mais cauteloso com novas dívidas

Postado por Ricardo Schwalfemberg

Em janeiro, a procura por crédito medida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) com base nas consultas para vendas a prazo cresceu 4,6% na comparação com o mês anterior, levando-se em conta o mesmo número de dias úteis. Em dezembro, o acréscimo havia sido de 5% em relação ao mesmo mês de 2008. O arrefecimento da procura por crédito já foi captado pelo Indicador de Perspectiva de Crédito da Serasa Experian, que mede a tendência do crédito dos próximos seis meses. “Desde setembro, esse indicador vem recuando mês a mês”, diz Luiz Rabi, gerente de Indicadores de Mercado da Serasa Experian.

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fevereiro 9, 2010

Cesta básica aumenta em 10 de 17 capitais

Postado por Ricardo Schwalfemberg

Custo da cesta básica cresceu, em janeiro, em 10 das 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O resultado no mês passado reflete o aumento no preço do açúcar e do arroz. A variação positiva em relação a dezembro ficou entre 4,61% e 0,79%. Os maiores aumentos ocorreram em Goiânia (4,61%), Salvador (1,43%) e Florianópolis (1,10%). Na outra ponta, as principais quedas registradas foram em Belo Horizonte (-3,87%), Brasília (-3,49%) e São Paulo (-1,39%).

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fevereiro 9, 2010

Confiança do consumidor cresce para nível de 2005

Postado por Ricardo Schwalfemberg

Confiança dos brasileiros na situação financeira e econômica do país, bem como em suas contas pessoais, foi, em janeiro deste ano, a mais alta já registrada desde 2005. O Índice Nacional de Confiança do Consumidor (INCC), medido pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), atingiu 149 pontos, três a mais que em dezembro de 2009.

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fevereiro 9, 2010

Janeiro foi uma amostra da volatilidade que marcará 2010

Postado por Ricardo Schwalfemberg

As economias mundial e brasileira deverão ter um bom ano. Provavelmente será confirmada a retomada em escala global, deixando para trás as dúvidas sobre depressão e recessão. A discussão a partir de agora é mais positiva e está centrada no fôlego do crescimento. Esse poderia ser um sinal bom também para os mercados financeiros. Mas, infelizmente, não deve ser o caso. Há motivos para que o ano traga muita volatilidade. É natural que processos de valorização de ativos sejam pontuados por realizações periódicas de lucros. Desde março de 2009, houve pelo menos quatro momentos em que as bolsas norte-americanas mostraram quedas temporárias.

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fevereiro 9, 2010

Mercado financeiro eleva projeções para câmbio e inflação

Postado por Ricardo Schwalfemberg

Mercado financeiro voltou a apostar no aumento da inflação neste ano. Há quatro semanas, acreditava que a inflação de 2010, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fecharia em 4,5%. Na semana passada, já estava projetando 4,62%. Nesta semana, segundo o Boletim Focus divulgado ontem pelo Banco Central (BC), elevou a previsão para 4,78%, acima, portanto, da meta de 4,5% perseguida pelo Copom. Os agentes do mercado financeiro também estão prevendo um dólar mais forte no fim do ano – R$ 1,80, face a R$ 1,76 da pesquisa anterior e a R$ 1,75 de quatro semanas atrás.

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fevereiro 9, 2010

”Não se muda juro e câmbio por decreto”

Postado por Ricardo Schwalfemberg

O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, teria afirmado, segundo relato de pessoas presentes no almoço fechado para 70 empresários da Câmara de Comércio França-Brasil, ontem, em São Paulo, que sua permanência por oito anos à frente da instituição foi o bastante e vê que seu papel estará cumprido no fim desse período. Meirelles destacou que o Brasil é um País com economia estável e previsível e possui uma história de vários anos de estabilidade. De acordo com o executivo, o presidente do BC disse que no País “não é possível alterar os juros e o câmbio por decreto”.

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fevereiro 9, 2010

Inflação se deteriora, mas juro futuro cai

Postado por Ricardo Schwalfemberg

A deterioração da expectativa de IPCA para este ano do Boletim Focus não serviu de inspiração para o mercado futuro de juros da BM&F revisar para cima suas projeções de CDI. Enquanto a taxa para a virada do ano recuou levemente de 10,21% para 10,22%, os juros para o fim do primeiro ano do próximo governo cederam de 11,47% para 11,41%. Os agentes não acreditam que a piora na projeção de inflação para este ano – de 4,62% para 4,78% – irá fazer com que o Copom antecipe de abril para março o prometido início do aperto monetário. Até porque as projeções do Focus são contraditórias entre si. Enquanto a estimativa de IPCA não para de subir (nas três últimas semanas, passou de 4,50% para 4,62% e agora para 4,78%), a projeção de Selic para o fim do ano permanece congelada em 11,25%.

(Valor Econômico – SP) Manter a leitura →

fevereiro 9, 2010

Juro alto na compra de passagens

Postado por Ricardo Schwalfemberg

Os juros cobrados pelas companhias aéreas no Brasil para as passagens vendidas com grande número de prestações são abusivos. A avaliação é do professor Respício do Espírito Santo Júnior, especialista em transporte aéreo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ele orienta o consumidor a analisar se convém ou não pagar mais caro por um serviço que, ao fim das prestações, chega a custar até 150% mais do que o preço à vista.

(Correio Braziliense – DF) Manter a leitura →

fevereiro 8, 2010

No Brasil, real tende a cair com incerteza global

Postado por Ricardo Schwalfemberg

O BC deixou o dólar subir até R$ 1,90, ao sabor das turbulências das últimas semanas, mas não terá outra escolha além de intervir vendendo a moeda para dar liquidez ao mercado de câmbio. Vai chegar o momento em que o dólar vai bater na inflação.

(Folha de S. Paulo – SP) Manter a leitura →

fevereiro 8, 2010

Alimento pressiona, e IPCA tem maior alta em 20 meses

Postado por Ricardo Schwalfemberg

Transporte também pesa, e índice sobe 0,75% em janeiro; em 12 meses, inflação supera centro da meta. Com maior peso no orçamento das famílias, os alimentos, que no ano passado tiveram pouco impacto sobre a inflação, responderam por um terço da taxa mensal. A valorização recente do dólar também já afeta produtos importados como o bacalhau e o alho. Além da chuva, que prejudicou a colheita da cana, pesou também a escassez do produto no mercado global.

(Folha de S. Paulo – SP) Manter a leitura →